segunda-feira, 17 de agosto de 2015



Tentei escrever algo que em suas linhas possuíssem algum tipo de magia e que ao simples ler, ouvir, ver ou passar os dedos, arrancassem a mais profunda dor, sofrimento, até vírus e bactérias não resistiriam.

Que pretensão a minha, mas oh, como queria.

De emoções guardadas,
Paulo Roberto Wovst Leite

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Na porta da geladeira



Blumenau, 13 de agosto de 2015.

eu quis fazer um poema
saiu assim apressadinho
com essa carinha de bilhete
e o que ficou registrado
pra posteridade
apenas e tão somente
é que
te amo...

de emoções guardadas,
Paulo Roberto Wovst Leite.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

sábado, 8 de agosto de 2015

Cabeça de vento

Não durmo e não acordo,
sonho o tempo todo
e cada flor que vejo no caminho,
quero pegar para você,
vivo de brisa,
de lua,
de sol,
de chuva,
de terra,
suor,
saliva,
beijo na boca.

Movendo a Pedra,
Paulo Roberto Wovst Leite.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Pelo caminho

João e Maria de mãos dadas
sob o olhar augusto e provincial,
passeiam embriagados de paixão,
por onde a cascatinha serpenteia
histórias, contos e prosas...

Maria e João não se enganam,
tem no toque suave dos dedos
a certeza do sentir,
pois conhecem o cheiro da paixão,
que extrapola a razão.

A atmosfera que os cerca,
confunde os transeuntes que
surgem na contra mão
em busca de explicação,
enquanto eles seguem a caminhar.


De emoções guardadas,
Paulo Roberto Wovst Leite.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Queixume

Nem sempre o sol brilha e não a sombra que se projete, e não a nada a fazer além de esperar o tempo passar e quem sabe dizer algo na carne, em meio ao turbilhão que é existir como uma tela de Van Gogh.

Pecados,
Paulo Roberto Wovst Leite.