Ao meu redor vejo poluição emocional que esteriliza o terreno onde o amor deveria crescer.
Não somos recursos descartáveis, somos algo acabando em meio ao super aquecimento provocado por uma estrutura rígida.
Não vou para marte ou para a lua; vou salvar o que tenho num ato [próprio] de amor.
É preciso parar(mos) de desperdiçar energia vital.
Há um mundo selvagem, sim! Mas ele é real, é mundo das relações.
Sustentabilidade do afeto gera a troca, o fluxo, e o cuidado mútuo; profundidade e entrega.
Pré suposto,
Paulo Roberto Wovst Leite.
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