“TEM UM QUÊ DE” Perdoe-me por apagar o teu sorriso, porque um dia o mereci. Perdoe-me pelas palavras rudes nos momentos de aflição e angústia. Fica desse amálgama (reunião desordenada) Uma verdadeira tentativa de realizar um sincretismo cultural com toques de nobreza (atos de amor). Perdoa-me por apagar o teu sorriso, quereria me apegar fortemente aos momentos de ternura (não foram poucos), mas aí me faltam forças. Essa sensação é um agravo, muito embora soubesse do perigo não me precavi. Porém te sonho sorrindo (mui breve). De emoções guardadas, Movendo a Pedra, Paulo Roberto Wovst Leite.
Ah que coisa fofa!
ResponderExcluirAh Paulão como é bom ver que o amor é contagioso!
Beijos no coração
saudade bagual.
ResponderExcluirEle tb sente saudades... valeu por cativar meu pequeno como se fosse seu... :)
ResponderExcluirSandra, valeu demais.
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